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sexta-feira, 8 de abril de 2011

Onde está a Paz?


Crianças mortas em pleno horário de aula sem qualquer justificativa, brigas entre adolescentes que acabam em mortes, assaltos seguidos de homicídios, esse é infelizmente o cenário que vemos nos país que dizem ser maravilhoso. A violência urbana vem crescendo em demasia no Brasil, com justificativas ou não, mata-se com uma frieza jamais vista.

O caso que abalou o povo brasileiro do atirador que entrou na escola Tasso da Silveira em Realengo, Rio de Janeiro e matou 11 crianças, levou muitos brasileiros a refletirem a que ponto o clima de guerra invadiu nosso país. Como disse o jornal Diário Pernambucano: “Foram 11 mortos e 190 milhões de feridos”. A população que já sofre com casos de desastres naturais que deixam tantas vítimas, não se conforma com o fato de um rapaz jovem ser capaz e ter a liberdade de invadir uma instituição de ensino que constrói sonhos e matar 11 deles.


E é diante de toda essa tristeza que devemos nos perguntar :Onde está a paz? E onde está a segurança do nosso pais? As mortes acontecem, a comoção nacional se instala, porém, logo nos esqueceremos desse fato e outros piores virão se nada for feito em prol da segurança nacional. Vivemos uma ditadura da violência, onde quem comanda não é a população e sim os criminosos que invadem nossas casas, tomam a vida de familiares e muitas vezes são punidos de maneira branda.


Em suma, o que devemos fazer é não se calar diante de toda essa violência, é preciso cobrar segurança em nosso país, é preciso abrir os olhos das autoridades para que mais que um dia ou uma semana em luto em homenagem as vítimas da violência, tenhamos uma prevenção para que casos piores não ocorram.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Gritos de liberdade dos povos árabes.Será que todos teriam essa coragem?



Ditadura para muitos ocidentais é sinônimo de repressão, de um regime autoritário que vigorou no passado e não tem mais espaço na atual sociedade democrática. Porém, o que muitos não sabem é que ainda existem fortes governos ditadores que fazem com que a população se submeta as suas vontades.
Exemplos claros dessa ditadura ainda vigente no mundo são os governos dos países árabes. Recentemente temos visto nos noticiários as freqüentes manifestações populares que ocorrem no mundo oriental para a derrubada de governos que perduram por mais de 20 anos. A Tunísia foi o país que deu inicio a essa sucessão de manifestações, o povo foi às ruas e derrubou o governo de Zine El Abidine Ben, que já durava há mais de 25 anos. Depois da Tunísia, foi a vez do Egito, que como assistimos, depois de diversas e violentas revoltas conseguiu derrubar o governo de Hosni Mubarak, que durou longos 30 anos.

As conseqüências de se lutar com um governo ditatorial são as mais severas: sites populares tem acesso bloqueado, programas televisivos são monitorados e muitos são mortos de maneira fria e misteriosa. Contudo, mesmo estando cientes de todos os perigos que corriam e que observaram na história mundial, os árabes não tiveram medo e decidiram lutar para que sua nação pudesse ser melhor e menos castigada pelo mal da repressão. E além de egípcios e tunisianos, outros manifestantes começam a aparecer como os da Jordânia e do Iêmen.

O que assistimos desses povos acaba sendo , portanto, um exemplo de garra e amor por sua nação vindo do mundo árabe. E tudo isso, nos faz pensar se em nações como a brasileira o povo seria capaz de reivindicar seus direitos que são roubados por governos corruptos e ditadores.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

O problema dos desabamentos


Catástrofes, mortes em massa e pessoas desabrigadas, esse é o quadro que milhares de brasileiros vêem nos noticiários no início de ano. Mas, ao contrário do que algumas pessoas possam pensar, tamanhas tragédias de deslizamento de terras e cidades completamente destruídas não tem como causa principal as grandes chuvas de verão , e sim a falta de planejamento na ocupação das cidades.

Atualmente o Brasil possui um déficit habitacional que chega a 10 milhões, e tanta gente sem ter onde morar e tendo uma ajuda mínima do governo tem como resultado a construção de casas em regiões chamadas de risco, às margens de rios ou até mesmo no alto de serras e montanhas. A conseqüência dessas ocupações são os desmoronamentos e os deslizamentos de terra que matam tantas pessoas em meados de janeiro.

Porém, mesmo com as conseqüentes tragédias muito pouco se faz para retirar moradores carentes de áreas perigosas. Na última campanha eleitoral, por exemplo, falou-se muito pouco de projetos para a urbanização adequada do país e a prevenção de enchentes. Segundo o professor de engenharia da UFRJ,William Lacerda ,a solução para acabar com essas tragédias seria o governo realizar um mapeamento de risco e tomar medidas para que os moradores saiam dessas áreas, mas, segundo o professor, isso é uma medida que demoraria cerca de 20 anos e que deve ser progressiva de governo para governo, o que dificilmente ocorre.

Enfim, enquanto os governos federal e estadual não agirem conjuntamente para deter essas catástrofes que mais do que casas destroem vidas, o Brasil ainda continuará vendo o mesmo quadro se repetir todos os anos. É preciso cobrar dos governantes para que pessoas que ocupam áreas serranas possam ter alternativas de moradia.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Universidades públicas são para os mais carentes?


Estudar, estudar e estudar mais um pouquinho, essa é a rotina de um vestibulando que quer ingressar em uma badalada universidade pública. Porém, assim como muitos concursos o vestibular envolve toda uma história de aprendizado qualitativo, que quando é conquistado em escolas públicas deixa a desejar.


A idéia de se ter uma Universidade de ensino gratuito tem o objetivo inicial de ajudar aqueles que não podem custear os caros estudos, entrentanto a realidade que vemos atualmente é bem diferente. Podemos observar a quantidade de estudantes classe média alta matriculados nessas universidades , isso por conta do ensino escolar privado que permite à esses alunos garantirem uma vaga melhor nos dificílimos vestibulares de instituições pública, o que acaba limitando as vagas para os alunos que realmente precisam, os das classes mais carentes.


Além disso, outro agravante de toda essa situação é o grau de dificuldade que vestibulares como a FUVEST oferecem, são questões que dificilmente um aluno que veio de um ensino escolar público consegue resolver. O que salva esses alunos na hora de passar no vestibular são os cursinhos preparatórios, que garantem alguns pontinhos a mais na média por ensinarem todo o conteúdo dessas provas, contudo, vale lembrar que cursinhos pré-vestibular não são gratuitos.


Enfim, mesmo com os projetos de inclusão social que universidades como a USP veem criando para alunos carentes e com a bonificação que o ENEM vem dando para Universidades Federais, o engresso dos alunos de escolas públicas ainda é menor que a metade dos que vieram de escolas privadas .A grande solução para todo esse gigantesco problema seria o emprego de cotas em universidades públicas, priorizando o ingresso de alunos mais carentes e mudando o quadro que vemos atualmente de extrema desigualdade na educação de nosso país.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Opressão à justiça



Impunidade, segundo muitos dicionários, significa cometer um delito e não ser punido por tal. Algo que parece impossível em meio a uma sociedade onde se tem um poder judiciário, mas que acontece com uma freqüência absurda. Casos de pedófila, ou até mesmo de roubo da verba pública acabam no esquecimento judicial e na liberdade criminal.

Parece que, atualmente, no país, o criminoso não é julgado pelo crime que cometeu e sim pelo poder e status social que possui. Exemplos que
comprovem esse fato são o que não faltam como o
da jovem Angélica Aparecida que em 2006 roubou um pote de manteiga para dar o alimento a sua filha e foi presa imediatamente, enquanto o ex-diretor do jornal “O Estado de São Paulo”, Antonio Pimenta Neves, réu confesso do assassinato de sua namorada em 2000,demorou anos para ser julgado. Há ainda os exemplos de impunidade dos políticos, só nos últimos 19 anos foram 130 processos de crimes contra a administração públicas em que apenas 6 foram julgados e absolvidos.

Isso a que assistimos acaba sendo um festival de atos que estimulam a criminalidade, e que fazem muitos cometerem crimes hediondos com a esperança de serem só mais um dos tantos outros processos que existem no Supremos Tribunal Federal. O sentimento de estar conformado com a realidade assola muitos brasileiros, que por isso não se interessam em saber de que maneira um julgamento grave está sendo tratado, se não for de interesse próprio.

Enfim, existir delitos em uma sociedade é algo ,infelizmente, natural, o que é inaceitável é que muitos desses delitos não tenham a pena adequada. A imprensa já ajuda com a divulgação desses deslizes judiciários, cabe agora ao povo exigir justiça e às autoridades reconhecerem que “todos são iguais perante a lei”, como já diz a Constituição brasileira.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Legalizar é viciar?



Não são mais os Hippies nem a era “paz e amor” que defendem a descriminalização da maconha, atualmente, quem se engaja firmemente nesse protesto são figuras importantes na sociedade como intelectuais e o ex-presidente do Brasil Fernando Henrique Cardoso. Isso fez com que essa discussão aumentasse e fosse levada mais a sério, mas também propiciou grandes debates e revoltas de pessoas as quais alegam que isso trará ainda mais violência para o país.

Só no Brasil 8,8% da população já declaram ter usado pelo menos uma vez a maconha em sua vida, e no mundo o número de usuários da droga chega a 160 milhões de pessoas. Como todas essas pessoas consomem uma droga ilícita? Através do tráfico ilegal , que tem como conseqüências milhares de vítimas de bala perdida por ano. E é nesse ponto que os protestantes à favor da legalização da maconha querem chegar, para eles legalizar significa salvar milhares de vidas ou até mesmo poder usar a maconha como uma erva medicinal. Segundo FHC, por exemplo, legalizar a maconha não teria nada de mais, uma vez que drogas como o tabaco e o álcool ,que também podem ser viciosas, são consumidas livremente no país.

Mas, a legalização da maconha pode sim trazer diversos perigos à sociedade, afinal, tal aprovação aumentaria o uso da droga e conseqüentemente, os crimes a que muitos usuários se submeteriam para sustentarem seu vício. Além disso, não devemos esquecer que a maconha é uma droga que causa o vício,mas também traz diversos problemas a saúde de um indivíduo tais como: a perda de memória, problemas psíquicos e até mesmo esterilidade . A indústria ,inclusive aproveitar-se-ia, assim como se aproveita do livre consumo ao álcool, para criar logotipos e propagandas que estimulassem o uso da maconha.



Dessa forma, legalizar a maconha seria estimular o crescimento do número de internados e doentes pelo vício. O governo poderia amenizar essa situação, proibindo a emenda da legalização e aumentando a fiscalização dos traficantes, que já se tornaram mais poderosos do que a polícia. A droga deveria ser encarada como um mal, somente benéfica para a fabricação de medicamentos, e não como uma forma de relaxar e esquecer dos problemas,semelhante a fama que o álcool já conquistou.

sexta-feira, 11 de junho de 2010

O mal e o bem como exemplos contagiosos.

A infância é um período em que aprendemos a fazer tudo: andar, falar, ler, escrever, adquirir uma maneira de ver o mundo e, principalmente, como agir nele. Obviamente, não aprendemos tudo isso sozinhos e é para esses ensinamentos que contamos com a ajuda de nossos pais. Mas, atualmente muitos destes exemplos são negativos uma vez que, eles são também comandados pela sociedade.

Um exemplo clássico deste fato é a televisão, com o tempo ela ganhou cada vez mais espaço na sociedade e cativou mães,pais e filhos. Ultimamente, a criança passa cerca de 4 horas do seu dia em frente ao televisor, enxergando um mundo que na teoria , tudo pode ser fácil e na prática, é uma verdadeira ficção. Há também, a violência explícita em telejornais que são transmitidos em plena luz do dia e que dão duas noções para uma criança: ou de medo ou de querer fazer igual.

Outro argumento que deve ser levado em consideração é o do exemplo das autoridades do Estado. Afinal, sempre é possível ver estampado nas capas de jornais e revistas, algum escândalo envolvendo um político e seu golpe para desviar a tão suada verba pública. Ou então, algum caso que envolva um representante da Igreja, tanto por motivos de violência sexual quanto por exploração financeira dos fiéis. Tudo isso sem contar, é claro, com o exemplo dentro de casa que muitas vezes é desastroso para uma criança, por inúmeros motivos como a separação dos pais e vícios que trazem violência.

As conseqüência para uma criança que cresce com maus exemplos são as piores: amargura do mundo em que vive, depressão( uma das doenças mais comuns no mundo atual) e até se prende ao álcool ou a droga.Toda a sociedade contemporânea deveria se moldar para realmente mostrar bons exemplos e trazer adultos cada vez melhores, começando pelos passos mais decisivos: fazer o bem e ter honestidade.