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quinta-feira, 20 de junho de 2013
Manifestações e a Imprensa
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
Um exercício de jornalismo?
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| "No que você está pensando?" a frase do Facebook, estimula usuários a relatarem seu cotidiano |
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Censura no poder social do jornalista

Passar informações ao cidadão comum. Essa é a função primordial do jornalismo e da mídia. Mas, repassar notícias é uma tarefa muito mais espetaculosa e trabalhosa, do que se pode imaginar. A responsabilidade de informar é também a responsabilidade de selecionar, o que deve ou não ser divulgado. E será que o sempre nos é repassado o que devemos saber?Talvez, nem sempre...
ocorrem de maneira misteriosa e que podem ser ocasionadas por pessoas que não gostariam que a carreira desses jornalistas questionadores tivessem existido. Tudo isso, porque muitas vezes esses profissionais da verdade cumprem com seu papel de fazer desenvolver a sociedade, e de mostrar ao público o quanto os direitos são postos a fogo pelas próprias autoridades.
tante no desenvolvimento social, um papel de mostrar a verdade que muitos desejam que seja oculta. O que faz salientar que aquele desejo dos jornalistas iniciantes de “construir um mundo melhor”, pode sim fazer algum sentido. Mas, o problema está nos percalços que se pode encontrar pelo caminho. Os jornalistas chegam a serem mortos por ‘falarem’ ou “descobrirem’ demais.

Aline Rodrigues Imercio
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Cracolândia: Expulsar não é curar

Seria essa então a solução mais adequada para combater o uso de crack no Estado? Talvez seja parte da ação que deve ser feita para esse combate. Não é de hoje que muitos jornais e reportagens especiais mostram a tristeza que se tornou aquela região, com prédios invadidos, moradores sem sossego e seres humanos sem nenhuma esperança de reeguerem suas vidas. Sendo assim, invadir a Cracolândia e fazer com que ela mude esse quadro é altamente benéfico, porém não podemos esquecer que pessoas compunham esse quadro triste e jogar essas pessoas como se fossem entulhos em outra região a fim de, colocar a sujeira debaixo do tapete, é inaceitável.
O que assistimos hoje, dias após o início dessa invasão é justamente isso, a Cracolândia tornando-se um local mais agradável e os usuários de crack espalhados pela cidade realizando feiras para venda crack, furtos em diversos locais para manterem seus vícios e sendo afastados para outras praças quando a polícia percebem que eles estão “incomodando”.
Diante de tudo isso, a verdade é só uma não adianta tratar da aparência da cidade e não dar atenção de seus habitantes. Essas pessoas são antes de tudo, pessoas doentes, tomadas pelo vício, que entraram de forma errada nisso, mas que hoje estão completamente abandonadas pela sociedade e pelas autoridades. Portanto, hoje, é dever do estado não só colocá-los na cadeia e humilhá-los em praça pública, é dever mostrar um caminho alternativo de internação de qualidade e gratuita, porque verba para isso o Brasil tem sim.
Aline Rodrigues Imercio
sábado, 31 de dezembro de 2011
Balanço de 2011

Primavera Árabe e a descoberta do poder que tem um povo. Conflito na USP e a revolta dos jovens. Posse de Dilma, queda dos ministros e a indignação de um povo. Terremotos, Tsunami, Acidentes Nucleares e a incrível capacidade japonesa de reerguer uma nação. Desabamentos, enchentes e mortes nas grandes capitais brasileiras, o desespero da população.Obama no Brasil, segredos revelados pelo Wikileaks e a morte de Osama. Tragédia em Realengo, mente humana voltando contra sua irmandade. Casamento Real, casamento gay e o amor em todos eles. Perda do rei da Apple, morte da princesa do rock-blues. Tudo isso marcou o inesquecível ano de 2011.
Acreditar que em um ano teríamos nações árabes se revelando contra seus ditadores que permaneceram anos no poder é possível? Sim, se estivermos falando do poder virtual. O ano de 2011 foi marcado sim por diversas rebeldias sociais, mas grande parte dessa união social deu-se a uma ferramenta do século XXI, a internet. Campanhas foram lançadas e aprovadas no maior site de relacionamentos do mundo. Poderíamos até dizer, que se continuar ao exemplo de 2011, os outros anos serão marcados pela conscientização do povo, que chegará mais a internet e menos ao entretenimento, muitas vezes barato, da televisão.
E o que diríamos das tragédias? Dos desastres naturais e humanos que marcaram esse ano? Marcas que deixaram dor em amigos e familiares de vítimas inocentes e até mesmo de crianças. Ou ainda a indignação do povo em ver a tragédia do Ministério brasileiro, convocamos um executivo que confiamos e acabamos vendo verbas de turismo, esporte,trabalho todas desviadas escancaradamente.
Enfim, foi por essas e tantas outras razões que 2011 foi um ano marcante para o Brasil e o Mundo. Um ano em que novamente nos deparamos com a fome, com a impunidade, com a corrupção, mas um ano em que também pudemos enxergar a força da voz de uma nação. Que 2012 venha ainda mais forte e marcante positivamente!
Aline Rodrigues Imercio
*texto publicado no site Observatório da Imprensa: http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/_ed675_um_ano_inesquecivel
terça-feira, 12 de julho de 2011
A deficiente educação sustentável

“Ser sustentável’’ essa frase tornou-se quase um clichê de tão expressa em programas de televisão, rádio e campanhas. Mas, embora muitos saibam que a sustentabilidade é algo importante, parte da população ainda não sabe o que significa agir de maneira sustentável. Muitos nem ao menos sabem que esse termo está ligado a preservação dos recursos que exploramos do meio ambiente.
O Brasil, atualmente, por ser um dos países que mais possuem recursos naturais, possui muitos programas em prol da preservação ambiental. Porém, o país ainda peca quanto à formação de sua população a respeito desse tema. A proibição das sacolas plásticas para comercialização é um exemplo claro dessa questão, o país criou uma lei que proibirá o uso das sacolas em mercados , mas, não se preocupou em conscientizar a população sobre quais serão as mudanças com essa proibição, e quais alternativas os cidadãos poderão utilizar para substituir o uso das sacolas plásticas no descarte de lixo, por exemplo.
Conscientizar o cidadão para que ele possa ter atitudes sustentáveis é também fazer o país desenvolver. Em nosso país, por exemplo, o desemprego é uma realidade e um gigantesco problema social, mas , com o serviço informal de “carroceiro’’muitos moradores conseguem garantir o seu pão de cada dia, e conseguiriam ter um salário fixo e um desenvolvimento muito melhor, se o governo regularizasse a situação desses trabalhadores e desse a verdadeira valorização a quem faz um trabalho hoje destacado mundialmente, o da reciclagem.
Enfim, promover atitudes renováveis em um país é implantar leis de preservação, mas, é também fazer a população conhecer os benefícios que terá tratando de seu território. Cabe aos governantes fazerem políticas de planejamento que promovam a educação do brasileiro em relação às atitudes sustentáveis e promover a valorização da reciclagem. Só assim, informando, a tão já prometida política sustentável de reuso, reutilização e reciclagem, poderá ser posta em prática.
terça-feira, 31 de maio de 2011
Acessibilizar para Socializar

Nos últimos anos, o governo tem exigido mais que as empresas tenham um programa de empregabilidade para deficientes, construiu rampas de acesso das calçadas às ruas e tem intensificado a fiscalização a locais que não possuem as adaptações necessárias. Contudo, ainda vemos pouca atenção a instituições que ajudem o desenvolvimento e a melhoria do deficiente e que sejam governamentais e a algumas questões de acessibilidade até mesmo nas ruas.
O que o deficiente mais deseja atualmente é que ele possa se adaptar a realidade urbana sem que precise da ajuda de outros. Os deficientes visuais, por exemplo, hoje na Grande São Paulo se eles desejam atravessar uma rua têm que contar com a ajuda de terceiros que passem pelo local e tenham a boa vontade de auxiliá-los, uma realidade que poderia ser modificada se as autoridades do Estado empregassem o simples ato de instalar dispositivos sonoros que avisassem o momento de abertura e fechamento dos sinais.
Enfim, são pequenos atos que o governo pode tomar e que significam muito para que irá os usufruir. Exigir (mesmo que não vivamos na pele essa realidade), cobrar e colaborar com idéias de acessibilidade é a nossa missão. Cumprir com promessas e ajudar para que todos participem da sociedade é a missão de quem elegemos.
Aline Rodrigues Imercio

